Aos 27 anos, Júlia Santos já é considerada uma das especialistas mais promissoras do mercado de crédito brasileiro. Como executiva de uma das principais fintechs do país, ela revolucionou a forma como pessoas e empresas entendem o empréstimo — transformando o que antes era visto apenas como “dívida” em uma ferramenta estratégica de crescimento.
Sua missão? Desmistificar o empréstimo e ensinar brasileiros a usar o crédito de forma inteligente, consciente e lucrativa.

Natural de Belo Horizonte, Júlia começou sua carreira aos 20 anos como estagiária em uma instituição financeira tradicional. Foi lá que teve seu primeiro contato com o universo do empréstimo e percebeu algo alarmante: a maioria das pessoas não entendia o que estava contratando.
“Eu via clientes assinando contratos sem saber a diferença entre juros simples e compostos, sem calcular o custo efetivo total. Muitos entravam em bolas de neve financeiras que poderiam ter sido evitadas”, relembra.
Determinada a mudar esse cenário, Júlia se especializou em análise de crédito, gestão de risco e educação financeira. Aos 24 anos, já era coordenadora de uma equipe de análise de empréstimos pessoais. Hoje, aos 27, é gerente executiva de produtos de crédito, liderando estratégias que impactam milhares de clientes mensalmente.
O diferencial de Júlia está em sua abordagem humanizada sobre o empréstimo. Para ela, o crédito não é vilão nem herói — é uma ferramenta que pode construir ou destruir, dependendo de como é utilizada.
“O empréstimo pode salvar um negócio, realizar um sonho ou resolver uma emergência. Mas também pode afundar uma família inteira se não for bem planejado”, explica.
Em suas consultorias e palestras, Júlia ensina:
Sua metodologia, chamada “Empréstimo Inteligente”, já ajudou mais de 5.000 pessoas a tomarem decisões conscientes sobre crédito, evitando endividamentos desnecessários e otimizando recursos.
Como especialista, Júlia sempre reforça a importância de entender as diferentes modalidades de empréstimo disponíveis no mercado:
A opção mais comum, com taxas que variam conforme o perfil do cliente. Ideal para emergências ou despesas pontuais, mas exige cuidado com os juros.
Com desconto direto na folha de pagamento ou benefício, oferece as menores taxas do mercado. Perfeito para aposentados e funcionários públicos.
Usando imóvel ou veículo como garantia, tem juros reduzidos e prazos maiores. Indicado para valores altos e projetos de longo prazo.
Modalidade com taxas mais elevadas, mas que oferece oportunidade para quem está com restrições no nome. Requer planejamento redobrado.
Voltado para microempreendedores, com valores menores e condições facilitadas. Essencial para quem está começando um negócio.
“Cada tipo de empréstimo tem seu propósito. O erro está em escolher a modalidade errada para a necessidade errada”, ensina Júlia.
Baseada em anos de experiência, Júlia desenvolveu um guia prático que compartilha com todos seus clientes:

1. Avalie a real necessidade
Pergunte-se: “Eu realmente preciso deste empréstimo ou posso resolver de outra forma?” Nem toda necessidade financeira exige crédito.
2. Compare no mínimo 3 instituições
Nunca aceite a primeira oferta. Bancos, fintechs e cooperativas de crédito têm condições diferentes — compare tudo.
3. Entenda o CET (Custo Efetivo Total)
Não olhe apenas a taxa de juros. O CET inclui todas as taxas e mostra o custo real do empréstimo.
4. Calcule o impacto no orçamento
A parcela do empréstimo não deve comprometer mais de 30% da sua renda mensal. Mantenha margem para imprevistos.
5. Leia todo o contrato
Parece óbvio, mas muitos pulam essa etapa. Entenda cada cláusula, especialmente sobre multas e renegociação.
6. Tenha um plano de pagamento
Antes de assinar, saiba exatamente de onde virá o dinheiro para pagar cada parcela. Planejamento é tudo.
7. Prefira prazos menores quando possível
Quanto mais tempo para pagar, mais juros você pagará. Se conseguir quitar antes, melhor.
“Essas regras salvam pessoas do endividamento todos os dias. Não são complicadas, são apenas conscientes”, afirma.
Júlia é enfática: existem momentos em que o empréstimo é não apenas válido, mas estratégico:
“O empréstimo certo, no momento certo, pode ser o impulso que faltava para você alcançar seus objetivos. O problema é o empréstimo errado, contratado por impulso”, diferencia.
Como executiva de uma fintech, Júlia está na linha de frente da transformação digital do crédito. Ela lidera projetos que usam inteligência artificial para:
“A tecnologia democratizou o acesso ao empréstimo, mas também aumentou a responsabilidade. Com crédito fácil, a educação financeira se torna ainda mais essencial”, pondera.
Uma das paixões de Júlia é ajudar pequenos empreendedores a usarem o empréstimo como alavanca de crescimento. Ela mesma orientou dezenas de donos de negócios que transformaram crédito em lucro.
“Vi uma confeiteira conseguir um empréstimo para comprar um forno profissional. Em seis meses, ela tinha triplicado a produção e quitado o crédito. Esse é o empréstimo que faz sentido — aquele que se paga sozinho”, conta emocionada.
Seus workshops para empreendedores ensinam:
Quando questionada sobre tendências, Júlia é otimista. Ela acredita que o mercado de empréstimo no Brasil caminha para três direções principais:
Personalização total: Taxas e condições cada vez mais ajustadas ao perfil individual de cada cliente.
Transparência radical: Fim das letras miúdas, com todas as informações apresentadas de forma clara desde o início.
Educação integrada: Instituições financeiras assumindo papel de educadoras, não apenas emprestadoras.
“Meu sonho é que, em 10 anos, todo brasileiro saiba exatamente quando e como usar um empréstimo. Que o crédito deixe de ser tabu ou terror e se torne uma ferramenta natural de planejamento”, projeta.
Além de executiva, Júlia é palestrante, mentora de jovens profissionais e criadora de conteúdo sobre empréstimo consciente em suas redes sociais, onde acumula mais de 80 mil seguidores.
Seu estilo profissional mescla seriedade e acessibilidade. Nos eventos corporativos, aparece sempre impecável, com looks que transmitem autoridade sem perder a empatia. Nas redes, compartilha desde análises técnicas de mercado até dicas práticas para o dia a dia.
“Quero que as pessoas me vejam e pensem: ‘Ela entende do assunto, mas também me entende’. Finanças precisam ser humanas”, resume.
A trajetória de Júlia Santos prova que é possível ter uma relação saudável e inteligente com o empréstimo. A chave está em três pilares: conhecimento, planejamento e consciência.
Se você está considerando contratar um empréstimo, lembre-se das palavras dela: “Não pergunte ‘quanto posso pegar emprestado?’. Pergunte ‘quanto preciso realmente e como vou pagar?’. Essa mudança de perspectiva faz toda a diferença.”
O empréstimo pode ser seu aliado ou seu inimigo — a escolha está em como você o utiliza.
Está pensando em fazer um empréstimo? Use as orientações de Júlia e tome a decisão mais inteligente para o seu momento financeiro.
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